Jun
23

Minha primeira turma de PHP na ETB

Posted under Geral, Treinamentos/Palestras by cristianoteles
Como falei anteriormente assumi a função de coordenador do PHPDF e esta sendo sem dúvida alguma uma grande experiência, prosthesis discount irei tentar reportar algumas ações e as percepções que tenho sobre as ações. Por dois motivos, ailment um é para compartilhar a maneira que eu percebo que as coisas estão acontecendo no PHPDF e o outro motivo é para registrar o processo de mudança da comunidade.
* Agrupar pessoas por grupo de trabalho(GT)
Mesmo antes de me tornar coordenador sugeri isso na lista e logo fui retrucado por alguns que alegaram que isso foi tentado no passado e que não deu certo. Quando me tornei coordenador fiz questão de criar os GTs e tentar tudo de novo, talvez agora seja a hora correta, vamos ver onde isso vai dar 😉
Apareceu bastante gente pra montar os GTs e isso foi lindo, na reunião de definição dos GTs e como as pessoas estavam animadas com a proposta de mudança definimos os coordenadores de cada GT e resolvemos criar um plano de ação.
* Definir um plano de ação
Sei que a maioria do pessoal do PHPDF e dos GTs são técnicos e não pessoas com expertise em coordenar tarefas/equipes e sem dúvida isso seria um grande problema a ser enfrentado.
Definimos um período confortável de inicio e entrega dos planos de ação, definimos tambem uma ferramenta compartilhada para que todos pudessem preencher seus planos e ver os planos dos outros GTs
*  Conversar sobre software livre e economia solidária
Sei que não é hora ainda mas já começamos a falar sobre software livre e a cultura do conhecimento livre, essa é sem dúvida a tarefa mais complexa porque envolve o ego dos programadores. O programador hoje é considerado bom ou ruim de acordo com o conhecimento técnico que ele tem, então se há compartilhamento de conhecimento técnico alguns profissionais sentem se ameaçados e por isso se torna complicado essa cultura de compartilhar conhecimento. Sou a favor, do destaque profissional estar relacionado a como ele age e reage a determinadas situações e não apenas ao seu conhecimento técnico, afinal a época do nerd antisocial já passou.
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Normalmente olhamos uma foto e vemos o que seu autor estava vislumbrando no momento do click, store sempre tento imaginar como estava o lado contrário da lente, skincare   como a foto foi composta, quantos cliques foram dados ate que “a foto” agradou, ou se não teve tempo pra isso e o click foi de supetão mesmo.

o lado contrário da foto
a foto é sempre a visão de tem tira a foto, mas sempre tem o outro lado, o outro cenário, o lado inverso da lente

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Esse é um texto que ha tempos estou postergando para escrever, ailment mas vejo que ja tenho argumentos para poder escrever

Irei dividir em duas partes, uma é essa introdução e a outra vai ser de casos que vivenciei, é lógico que sem entrar em detalhes.

Parte I – O Herói

O herói é aquele personagem conhecido de todos, desde de criança nos vemos o que um herói faz e o que o define como herói, alguns preferem os heróis que voam, que tem força, que tem algum tipo de poder especial, que mesmo podendo destruir tudo a sua volta não o fazem por ética e que usam suas habilidades para salvar o planeta dos vilões.

Normalmente gostam de animas, ajudar velinhas em perigo, salvar o planeta, acabar com guerras(deste que quem ganhe seja norte americano) e sua atividade principal normamente é sempre estar pronto para salvar donzelas (ou uma donzela especifica) de perigos.

Ha… e como eles são bons em salvar donzelas em perigo, e o mais interessante é como essas donzelas tem um dom especial para estar em perigo, como elas conseguem a todo momento estar em situação de perigo e precisar de um herói para salvar las, vejam que estou falando em salvar e não em proteger, porque elas não querem proteção, estar protegida não estar em seus planos, a todo momento tem que se colocar em alguma situação de risco para que o herói tenha que desempenhar seu papel tão fundamental.

Parte II – O que ele faz com sua própria vida

O herói normalmente é um individuo pacato, que tem habilidades e boa vontade para resolver problemas alheios, normalmente não tem tempo para fazer o que gosta porque a missão de sua vida já lhe consome todo o tempo que ele possui.

Ele mesmo fora do seu trabalho não consegue pensar em outra coisa, é verdadeiramente um vicíado em trabalho, mas perceram que não estou falando que quem é viciado em trabalho é herói, tem alguns que são por falta do que fazer mesm ou porque não tem nada mais interessante para fazer.

Parte II – O que esperar dele

  • A mocinha em perigo

É claro que a mocinha em perigo tem que esperar que o seu herói venha lhe salvar voando ou num cavalo alado ou talvez com seu notebook com 3G, tudo depende do contexto. Ainda não é hora dos detalhes.

  • Sua familia

Que ele quase nunca esteja presente nas festas de familia porque sempre terá pessoas precisando dele para salvar o mundo.

Parte IV – Porque ele gosta de ser o herói

Ainda não esta claro para mim o porque ele gosta de ser herói, mas tenho teorias para isso:

  1. Ele gosta de passar na rua e as pessoas apontarem o dedo e falarem que ele é bom
  2. Ele não tem muito o que fazer e salvar o mundo é agradável para ele
  3. Ele aprendeu que tem que ser assim e assume seu personagem
  4. Ele tem medo de decepcionar as pessoas

Parte V – O mal social que ele traz consigo

A existência do herói é algo que na minha opnião torna as pessoas e as donzelas completamente sem noção de perigo, sem saber que um dia terá que pagar o preço por se deixar tantas vezes ficar em perigo. Faz com que todo problema/perigo seja visto como algo que não tem importância, afinal… sempre terá um herói para salvar o dia ou quem sabe ate um projeto.

Parte VI – A recompensa que ele recebe

A recompensa recebida por um herói ao salvar o dia(projeto) é a responsabilidade de salvar todos os dias(projetos) e talvez com muita sorte ele escute um “obrigado” e um tapinha nas costas.

Nunca vi um herói receber férias pronlongadas por salvar o dia, nunca vi receber um descanço merecido depois de virar noites resolvendo problemas que foi causado por incopetência da donzela em se manter a salvo.

Mas já vi heróis receberem a responsabilidade de novamente salvar o dia(projeto) mais complexo e difício do que acabara de salvar e com um agravante… com o tempo menor.

Não compreendo o como a donzela não consegue perceber que um dia o herói cansa e que por mais habilidades e poderes que ele possua ele tambem precisa descansar e ter qualidade de vida.

Então digo diáriamente: “Abaixo o herói”

Os pessonagens

A donzela –
O Convite
Recebi o convite do Rafael Berlanda para dar aula no curso básico de PHP na Escola Técnica de Brasília(ETB), drugstore   na hora me veio uma série de lembranças de quando fiz curso técnico em eletrotecnica la e de como era minha expectativa de trabalhar com isso.

A oportunidade
A ETB me traz boas recordações não só pelo conhecimento, check mas pela fase em que eu estava quando estudei la. Sempre falei que se houvesse um pouco de apoio e direcionamento para os alunos o Brasil evoluiria muito tecnologicamente. Então pra mim é uma grande honra voltar as raizes e desta fez compartilhando conhecimento e não apenas consumindo.

Tentei pegar um laboratório na qual pudesse utilizar Linux para além de falar de PHP e também trazer o discurso e a prática de uso de software livre, illness não tive a sorte de conseguir mas quem sabe numa próxima vez 😉

O alinhamento
Como toda primeira aula quis saber o que cada pessoa ali esperava do curso, porque ela(e) estava naquele laboratório sábado e domingo pela tarde em vez de estar em lugares mais divertidos(eu mesmo me pergunto isso). E os motivos eram muitos distantes, em outros cursos a maioria falava que queria trabalhar com programação, mas essa turma é diferente, alguns estão fazendo o curso para ter conhecimento para uma prova de concurso que irá cair PHP, outros querem fazer porque estão numa maratona de cursos(Java e outras coisitas mais) e outros ainda não sabem ao certo, mas estão lá é isso é importante.

Então com esse panorama esta lançado o meu desafio nessa turma. Como conseguir alinhar as expectativas de todos(as) incluindo as minhas expectativas em relação a dedicação que eles(as) deveriam ter ate o final do curso.

A tentativa
Estou falando sobre desenvolvimento ágil e sobre a programação em par e incentivando que eles trabalhem em pares, trios, quartetos ou quantos derem pra trabalhar. Parece estranho a principio, mas irei contextualizar, quando alguém termina o exercício em sala peço para que sente se com alguém que esteja com dificuldades, porque assim ajuda o(a) colega e ainda aprende verdadeiramente, porque ensinando aprendemos melhor.
Essa técnica é uma variação do que eu fazia em sala de aula e a variação do que o Júlio Protzek faz, um dia trocando ideia com ele sobre como é bom dar aula nós acabamos falando como trabalhamos e percebemos que são complementares nossas formas de trabalhar e agora posso testar se realmente vai funcionar 😀

Pedi para que criassem uma lista de discussão para que pudessem trocar links, exercícios, problemas e soluções durante a semana e para criar a cultura de ajudar e ser ajudado, introduzindo o conceito de comunidade virtual, que há muito tempo vejo que não é trabalhada de forma correta pelas comunidades que participo.

Alguns(as) no final do curso devem realmente querer trabalhar com PHP e quem sabe se sintam a vontade de entrar no PHPDF e vim somar opniões na comunidade.

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